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LOCAL
 
 

Salas / Espaços

Biblioteca Municipal

Largo Dr. José Novais

BIBLIOTECA MUNICIPAL BARCELOS
A Biblioteca Municipal de Barcelos está aberta ao público desde Dezembro de 1996, contando, na altura, com um espólio de 50 mil volumes. Situada na antiga Casa dos Machados da Maia, trata-se de um edifício que a Câmara Municipal adquiriu em 1990. A parte antiga foi recuperada e no terreno anexo fizeram-se as ampliações necessárias, a fim de permitirem a aplicação do programa e a funcionalidade exigida. Tem uma área construída de 4.070 m2, pelos diferentes pisos, dotada de gabinetes de trabalho, áreas de manutenção, armazém de depósito legal, salas de leitura para adultos, secção infantil, canto do conto, sala de audio e vídeo, auditório e sala de reservados.

Museu De Olaria

Rua Cónego Joaquim Gaiolas

Museu de Olaria
O Museu de Olaria, nascido numa região de fortes tradições cerâmicas, foi criado em 1963, após a doação de uma valiosa colecção recolhida pelo etnógrafo barcelense Joaquim Selles Paes de Villas Boas. Tendo, inicialmente, adoptado a designação "Museu Regional de Cerâmica", e mais tarde "Museu de Cerâmica Regional Portuguesa", o alargamento das suas colecções à olaria nacional fez com que a instituição se designasse simplesmente "Museu de Olaria". Distribuído por uma área de cerca de 2000m2, o Museu de Olaria possui um espólio com cerca de 7000 objectos, representativos da tradição oleira nacional, e lusófona, de um modo geral.

Paços do Concelho / Câmara Municipal

Largo do Município

PASSOS DO CONCELHO DE BARCELOS
Este edifício é o resultado de uma série de anexações, reformas, acrescentos, a partir do núcleo dos velhos paços do concelho, a que a grande remodelação e ampliação, iniciada em 1849 procuraram dar uma certa unidade. Este edifício aglomera o antigo Hospital do Espirito Santo que no século XIV serviu de posto de assistência dos peregrinos a Santiago de Compostela. Existem também vestígios da antiga Capela de Santa Maria do século XIV. Do século XV é a torre e a Casa da Câmara , enquanto que os vestígios da Igreja da Misericórdia datam de 1593. Por outro lado os vestígios do Hospital da Misericórdia remontam aos Séculos XVII/XVIII, enquanto que os Paços do concelho, datam de finais do século XIX e do início século XX. Todas estas faces da vivência e história deste(s) edifício(s) foram-lhe devolvidas já nos nossos dias través de uma exemplar acção de valorização e restauro.

Igreja de Nossa Senhora do Terço

Av. dos Combatentes da Grande Guerra

IGREJA DE NOSSA SENHORA DO TERÇO
Faz parte do antigo convento de freiras beneditinas, datado do início do séc. XVIII. Com a lei de 1834, o mosteiro foi vendido e completamente descaracterizado, salvando-se apenas o portal e a igreja, porque entregue aos cuidados da Confraria do Terço. Apesar do seu exterior modesto, a igreja apresenta um deslumbrante espaço interior e é um dos mais excelentes e densos interiores barrocos de Portugal, pelos azulejos que cobrem todas as paredes, pela talha dos seus 3 altares e o púlpito e pelas pinturas do tecto. A sua importância na arte barroca advém sobretudo dos seus grandiosos painéis de azulejo azul e branco, datados de 1713, mostrando cenas da vida de S. Bento e emblemas moralizantes. Possui imagens de N. Sr.ª do Terço, em madeira, do séc. XVIII, uma escultura em pedra ançã de N. Sr.ª da Abadia, datada de meados do séc. XVI, que se encontrava num nicho da Porta Nova, no final da Rua Direita, aqui recolhida quando este foi destruído, e um Cristo Crucificado que poderá datar do séc. XV. Classificada como Imóvel de Interesse Público por Decreto Nº 47508 de 24-1-1967.

Igreja do Bom Jesus da Cruz

Largo da Porta Nova

IGREJA DO BOM JESUS DA CRUZ
A sua origem está relacionada com o aparecimento miraculoso de uma Cruz de terra negra no chão barrento do Campo da Feira em Dezembro de 1504. Neste local construiu-se em 1505 uma capela, com uma imagem do Senhor da Cruz, que um rico comerciante trouxera da Flandres. O templo actual abriu ao culto em 1710. É um edifício de cúpula e planta centrada com o espaço interior disposto em cruz latina, da autoria do Arquitecto João Antunes. O exterior mostra um jogo entre planos e redondos e entre o granito e a cal branca. No interior temos azulejos azuis e brancos da mesma época, com cenas da Via Sacra e motivos vegetais (da autoria de João Neto), e talha dourada (essencialmente da autoria do escultor e entalhador barcelense Miguel Coelho). A imagem do Senhor Bom Jesus da Cruz é uma escultura quase em tamanho natural, em madeira de carvalho, uma extraordinária obra de arte flamenga, dos inícios de quinhentos. Só o rosto e as mãos estão pintadas. A sua devoção está relacionada com as actividades marítimas, que se desenvolveu nos finais do séc. XV. É em torno deste santuário que Barcelos organiza as maiores festas do seu concelho - Festas das Cruzes. Classificado como Imóvel de Interesse Público por Decreto Nº 42007 de 6-12-1958.